Margaret Tate (Sandra Bullock) é uma poderosa editora de livros, que se vê em apuros ao ser comunicada de sua deportação para o país-natal, o Canadá. Para evitar que isto ocorra ela declara estar noiva de Andrew Paxton (Ryan Reynolds), seu assistente. Perseguido por Margaret há anos, ele aceita participar da farsa mas impõe algumas condições.
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Relatar a obviedade do filme é chover no molhado. Está nos moldes do consagradíssimo filme "no máximo 3 estrelas". Difícil dizer que é um filme ruim, mais difícil e desafiador ainda dizer que é um filme bom. Todos os clichês estão espalhados, basta identificá-los e perceber como estão fluindo e se estão funcionando. A previsibilidade é o ponto em comum com qualquer outra fita do gênero. Próximo ponto de observação: os personagens. O mínimo que se espera para obras como essa funcionar, são os personagens funcionarem e além disso, ter química entre os atores. A ousadia de quase 10 anos de diferença entre ela para ele não é impecílio, pois o texto está pouco se importando para isso. Não posiciona o público em relação a nada disso; o importante para o filme é: os valores da personagem de Sandra Bullock. Ou seja, ela é o ponto de partida e ele o objeto auxiliar das conseqüências das atitudes da moça. Ele é um boneco em toda a obra, o que já desqualifica o desenvolvimento do personagem, que é ralo como um pires;- e quando se busca um algo mais, é para esmerar ainda mais a personagem da Bullock, como por exemplo, quando ele foi rejeitado pela antiga noiva (ou seja, aflorar ainda mais os sentimentos de ternura dela por ele). De resto, uma trama prevísivel, com momentos engraçados e um personagem com um nível aceitável de interesse;- mas uma química pouco funcional para um filme que dependente praticamente única e exclusivamente dela. No máximo, um entretenimento barato, honesto, mas que jamais ultrapassa o equivalente do ordinário. |
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Previsível, mas uma boa comédia romântica. Algumas cenas muito engraçadas e a atuação do casal está ótima. Um bom passatempo. Nota: 7,5. |
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Fraco. Previsivel. Muitas cenas em graça. O pai do Andrew Paxton (Ryan Reynolds) atua tão mal que doi. O policial do dpto de imigração é outro que precisa voltar as aulas de teatro ou cinema.
Não tem muita quimica entra a Sandra Bullock e o Ryan Reynolds, mas é verdade que os dialogos não ajudam...
Enfim, mais uma comedia romantica americana que serve para passar tempo no avião ou para quem não tiver outra opção num domingo a noite de chuva. |
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NOTA: 7,5. No começo eu começar odiando a personagem de Sandra Bullock, mas com o passar do filme, ela consegue me fazer gostar dela. É mais ou menos isso que acontece com o filme. No início, ele não a suporta, depois eles acabam se apaixonando. Se fez comigo, por que não com o personagem de Reynolds?
No início, ela lembra um pouco o papel de O Diabo Veste Prada. Ela é Margaret, uma tirana disfarçada de editora de livros odiada e temida por todos. Ela não pensa duas vezes antes de despedir um homem que claramente quer seu emprego. Assim como ela não hesita muito para ordenar que Andrew se case com ela.
Isso acontece porque ela é uma canadense em vias de ser deportada já que ignorou a lei do país. Para não ser deportada, ela arranja esse casamento para conseguir o Green Card e poder manter seu emprego, que é tudo que ela tem na vida. Assim ela manipula Andrew para casar com ela, já que ela se for, ele dificilmente conseguirá manter seu emprego. Ele aproveita a oportunidade para conseguir a promoção para editor. Afinal, forjar casamento é um crime punível com uma multa de U$ 250 mil e cinco anos de prisão. Parece um acordo justo. No setor de imigração, ela descobre que haverá uma investigação para confirmar a relação dos dois, então para facilitar, ela vai com ele para o Alaska para conhecer a família dele.
Aí todos sabem o que vai acontecer. Eles vão se apaixonar de forma gradual. Ela vai se apaixonar pela família dele, que com exceção do pai, fazem quem ela se familiarize. Tudo com situações engraçadas. E aos montes para nossa sorte.
Claro que tudo é mais do mesmo, mas é tão bem feito, que faz com fiquemos interessados no filme. Bullock pode começar como megera, mas todos sabemos a facilidade que ela tem de ser adorável. E a dupla que faz com Reynolds é ótima. Veja essa reciclagem do que já viu antes e saiba que mesmo adivinhando tudo que vai acontecer, vai se divertir bastante. Destaque especial para Oscar Nuñez (The Office), que faz um personagem impagável no filme.
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Nota: 5,5 |
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Típico filme de comédia romântica. Situações engraçadas, um doloroso processo de paixão se no final, um belo “Happy End”. Sempre o mesmo. Apenas o que muda são os atores. Não se pode exigir muito de um filme desses, e nem esperar que agrade multidões. Filmes assim são feitos apenas para entreter aqueles que não gostam de pensar muito, só sentar, assistir, rir e suspirar. Contudo, a sacada é pegar atores “consagrados” para elevar o prestigio do filme, daí entra a Sandra Bullock. Sandra até que não é tão querida aqui no sul, mas em nossos amigos gringos é adorada. Ela é a chave do sucesso de “A proposta”. Apenas ela, pois seu par romântico (Ryan Reynolds) é péssimo. Sem expressão facial e nenhuma química com seu par romântico. É necessário citar a bela participação da veterana dos cinemas Betty White , que faz a simpática, divertida e carismática avó de Ryan. |
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Fraco e sem Historia ... diversão por no minimo 10 minutos. |
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Trás o que se pode esperar de um comédia romantica. Faltou uma química maior entre os protagonistas. Contudo da pra assistir. |
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Bom filme, previsivel sim mas não deixa de fazermos rir.
Os atores são demais!! |
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Previsível, mas uma boa comédia romântica. Algumas cenas muito engraçadas e a atuação do casal está ótima. Um bom passatempo. Nota: 7,5. [2] |
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Olha, é previsivel siim. Mas é bem hilário, mostra como nos enganamos com as pessoas, as vezes, e que se pensarmos bem, somos melhores do lado daquela pessoa que, no inicio, julgamos, apenas por aparência. E digo mais uma vez, é previsivel sim, mas eu amei. :D |
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