Nove Canções

Nove Canções 2010-05-22 Francisco

Título original: (9 Songs)

Lançamento: 2004 (Inglaterra)

Direção: Michael Winterbottom

Atores: Kieran O'Brien, Margot Stilley, Franz Ferdinand, The Dandy Warhols.

Duração: 66 min

Gênero: Drama

Status: Arquivado

5           10 37 5

(37 votos)

                   

Sinopse

Londres, verão de 2003. Matt (Kieran O'Brien) conhece Lisa (Margo Stilley), uma jovem estudante americana, em meio a um show. Eles logo se apaixonam, vivendo um intenso relacionamento sexual entremeado por vários shows que acompanham.

 

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Elenco

  • Kieran O'Brien (Matt)
  • Margot Stilley (Lisa)
  • Franz Ferdinand
  • The Dandy Warhols
  • Elbow
  • Huw Bunford
  • Cian Ciaran
  • Bobby Gillespie
  • Bob Hardy

Comentários

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Daniel San em 04/01/2012Nota: 1     

lixo

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Igor Durden em 05/10/2011

Outro filme quase pornô que não presta!

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Marta em 14/12/2009

Sobretudo um filme de amor. Assistimos aos filmes de "amor explícito" sempre imaginando o que vem depois. Neste fime, a proposta se inverte: assistimos às cenas de sexo (que são belíssimas e por sinal nada vulgares) imaginando o que aconteceu antes. Ótimo filme.

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Paulo Oliveira em 14/01/2004Nota: 5     

O filme é excelente! As cenas de sexo são realmente fortes e marcantes mas está longe de ser um filme pornô pois não há nada de falso ou forçado. O filme retrata a realidade sexual de um casal de namorados, que se ama e não fazem nada de muito diferente do que os outros casais, só que tudo é mostrado sem a moralidade hipócrita imposta por censura. As cenas dos shows também são ótimas.

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SERGIO LUIZ DOS SANTOS PRIOR em 06/01/2004Nota: 1.5     

O diretor inglês Michael Winterbottom quis fazer um filme-cabeça. Decidiu adotar a "santíssima trindade" da transgressão (sexo, drogas e rock and roll), mas de um ponto de vista "original": deixou a dupla central de atores com liberdade para explorar intuitivamente o que rolava. Nesse aspecto, o filme utiliza liguagem de um documentário. Matt (Kieran O´Brien) e Lisa (Margot Stilley), ele inglês, ela americana, desenvolvem intensa atividade sexual, e eventualmente de cocaína, em Londres, no verão de 2003. O equívoco de Michael Winterbottom não é o de mostrar cenas sexuais explícitas, pois isso qualquer diretor de filme pornô faz muito melhor que ele, mas sim o de não aprofundar psicologicamente a sua dupla de personagens. Tudo é superficial. Tudo é descartável. Percebe-se, então, a distância entre "O ÚLTIMO TANGO EM PARIS", de Bernardo Bertolucci (cujo tema é a sexualidade) e "9 CANÇÕES". Enquanto Bertolucci tinha Marlon Brando para dar uma dimensão psicológica ao tentar uma aproximação com a sua companheira sexual vivida por Maria Schneider no final de "ÚLTIMO TANGO EM PARIS", Winterbottom tem dois péssimos atores diante de si, além de dirigi-los muito mal. No quesito musical a coisa não melhora absolutamente nada. As 9 canções que intercalam as cenas de sexo, Franz Ferdinand, o grupo Dandy Warhols, entre outras figuras do rock inglês têm suas músicas exibidas. A cena do rock inglês atual é deprimente; dá até dó, principalmente dos ouvidos do espectador. A única exceção musical é o pianista e compositor de trilhas sonora, Michael Nyman. O objetivo de transformar relações sexuais explícitas em arte não foi atingido nem de longe. Ao invés de perder 70 minutos da sua vida assistindo a este filme pornô-chique, alugue "O IMPÉRIO DOS SENTIDOS", de Nagisa Oshima, para ver uma obra de arte verdadeira, que soma estética visual e roteiro apurados.

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Aline Hamdana em 17/01/2004Nota: 5     

É um filme com uma fotografia perfeita, um erotismo provocante alicerçado na beleza natural dos atores escalados sem a vulgaridade de filmes pornôs. É um filme sinestésico, mas como as pessoas perderam a capacidade de se permitir tais sensações em filmes, confundem o seu realismo erótico com à devassidão pornográfica. Como é bom verificar a intimidade do casal e nos identificarmos com as sensações vividas por eles, é uma provocação imediata aos nossos olhos e lembranças ocultas.

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Fabiana Montandona em 04/01/2004Nota: 3.5     

Um filme super família. Recomendado especialmente aos jovens macebos que desejam agradar à sogra viúva obreira da Assembleia de Deus. Isso foi uma ironia, claro, mas poderia ter acontecido com qualquer pessoa que se deixou levar apenas pelo título e pela sinopse de um crítico sem-noção, que sequer cita o caráter explícito do filme em seu comentário. Isso posto, posso dizer que embora deveras constrangedor de ser assistido em um cinema, ao lado de pessoas recém- conhecidas é uma boa pedida para ser assistido a dois. Sem contar a excelente trilha sonora, embalada por show de bandas do naipe de Franz Ferdinand e Primal Scream.

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Adriano Leoncio em 09/01/2004Nota: 2.5     

UM FILME QUE SÓ INTERCALA ROCK COM SENAS DE SEXO EXPLICITO. O TITULO DO FILME PODE CONFUDIR MUITA GENTE POR SE TRATAR DE CENAS PICANTES DE SEXO.

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Juan Sebá Martinez em 18/01/2004Nota: 4.5     

O filme explora o caráter intenso e veloz de uma relação entre dois desconhecidos que se tornam próximos (no sentido filosofal da palavra) através, exatamente, do sexo. É a partir das cenas de sexo que o filme se mostra complexo e muitíssimo mais que simplesmente um "pornô chic". De pornô o filme não tem nada. E de constrangedor só fica a sensação de vazio que a fragilidade das relações humanas sempre trazem consigo. E do efeito devastador que resultam. O diretor é pouco conhecido no Brasil e a cada filme seu, uma nova linguagem é explorada. O sexo, autorizado em vários cinemas "decentes" do mundo, sinaliza uma reflexão sobre sua banalização assim, longe de utilizar o sexo como um recurso gratuito, acaba sendo percebido como um dos pilares que sustentam a história contada. Para perceber o filme desta maneira, é só indagar se ele conseguiria causar o mesmo nível de incômodo, caso não recorresse às cenas de sexo e se estruturasse em torno de um romance-relâmpago e performances de bandas de rock hype. Só os pudicos não gostarão.

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Carlos Cavalcanti em 05/01/2004Nota: 5     

O filme é excelente e faz por merecer o prêmio adquirido por melhor fotografia. Belas cenas, uma trilha sonora excelente e atuações precisas recheam esse filme. As tão faladas cenas de nudez são fortes sim, mas o filme não foi feito para crianças e nem com o objetivo de chocar ninguém. É um filme adulto para ser apreciado e não para ser um filme para se assistir com os "amiguinhos do colégio" para ver cenas de sexo. Assim como Ken Park, esse é mais um grande filme com cenas eróticas.

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