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As Duas Faces de um Crime

titulo original: (Primal Fear)

lançamento: 1996 (EUA)

direção: Gregory Hoblit

atores: Richard Gere , Laura Linney , John Mahoney , Alfre Woodard , Frances McDormand

duração: 131 min

gênero: Ficção

status: arquivado

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ficha técnica:

  • título original:Primal Fear
  • gênero:Ficção
  • duração:02 hs 11 min
  • ano de lançamento:1996
  • site oficial:
  • estúdio:Paramount Pictures / Rysher Entertainment
  • distribuidora:Paramount Pictures / UIP
  • direção: Gregory Hoblit
  • roteiro:Steve Shagan e Ann Biderman, baseado em livro de William Diehl
  • produção:Gary Lucchesi
  • música:James Newton Howard
  • fotografia:Michael Chapman
  • direção de arte:William Arnold
  • figurino:Betsy Cox
  • edição:David Rosenbloom
  • efeitos especiais:Dream Quest Images

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As Duas Faces de um Crime

sinopse:

Em Chicago, um arcebispo (Stanley Anderson) assassinado com 78 facadas. O crime choca a opinião pública e tudo indica que o assassino um jovem de 19 anos (Edward Norton), que foi preso com as roupas cobertas de sangue da vítima. No entanto, um ex-promotor (Richard Gere) que se tornou um advogado bem-sucedido se propõe a defendê-lo, sem cobrar honorários, tendo um motivo para isto: adora ser coberto pela mídia, além de ter uma incrível necessidade de vencer.

elenco:

  • Richard Gere (Martin Vail)
  • Laura Linney (Janet Venable)
  • John Mahoney (John Shaughnessy)
  • Alfre Woodard (Juíza Miriam Shoat)
  • Frances McDormand (Dra. Molly Arrington)
  • Terry O'Quinn (Bud Yancy)
  • Andre Braugher (Tommy Goodman)
  • Steven Bauer (Joey Pinero)
  • Joe Spano (Capitão Abel Stenner)
  • Tony Plana (Martinez)
  • Stanley Anderson (Arcebispo Richard Rushman)
  • Maura Tierney (Naomi Chance)
  • Jon Seda (Alex)
  • Reg Rogers (Jack Connerman)
  • Edward Norton (Aaron Luke Stampler)

comentários

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Raffael Z. Rosário
02/01/2001
nota:Rate08
Um filme de primeira, com uma excelente atuação de Edward Norton (embora Richard Gere também não decepcione) e um final no mínimo surpreendente. É verdade que este é mais um filme de tribunal. Mas vou fazer o quê se esse é o meu tipo preferido de filme?
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Bruno Pinto
03/01/2001
nota:Rate010
Excelente suspense de tribunal. Ótimas atuações, uma trama pra lá de intrigante que prende a atenção, um roteiro excelente e um ritmo rápido. Destaque para Edward Norton, que já chega dando um show de interpretação em seu primeiro papel, mostrando que já começou como ator de ponta. Sem contar o final, é claro, que é totalmente imprevisível e chocante! Não perca!
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Clébson Viera Neres
04/01/2001
Não gostei do filme porque as pessoas que fizeram o filme não se preocupam com os fatos reais e no meio da sociedade nossa aqui no Brasil não tem nada haver com a questão. Sou um advogado e condeno este fato em dizer que os advogados tentam colocar na cabeça das pessoas que são inocentes. Colocamos a realidade de um caso e tentamos passar apenas a verdade!!!!!!! Um abraço para todos os que estão vendo a minha crítica.
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Carolinaa
05/01/2001
nota:Rate010
Um filme meio manjado no tema, mas o final é maravilhoso, faz com que surja, memos q por alguns instantes, a dúvida de que nao existem realmente pessoas com disturbios de personalidades , mas sim pessoas supre-inteligentes que conseguem fazer todos de idiotas!
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Marcio
06/01/2001
nota:Rate010
Um filme maravilhoso, envolvido por clima de suspense, altamente cativante, um filme que expressa a obscuridade entre o confronto do humanismo versos positivismo jurídico, ele demonstra com uma imponente veracidade as conseqüência obtidas,na pratica da advocacia marketeista, advocacia desligada de valores humanos e conseguintemente sociais, prejudicada pela cegueira do egocentrismo capitalista que corre diuturnamente nas veias de um advogado ( em questão o criminalista), quanto o homem se deixa levar por tais sentimento as conseqüência é a que se pode ver ao final do filme, mais o filme passa que não temos a capacidade de sabermos o subjetivo de cada pessoa, mais para o advogado tais acontecimento não o desabona, pois seu trabalho e pautado encima da confiança e quanto se é induzido ao erro, suas ações são excluída de culpa.
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Fernando Dias Campos Neto
07/01/2001
nota:Rate09
Gostaria de comentar esse filme : " As Duas Faces de um Crime" porque reflete o relativismo moral da cultura norte-americana, ao mesmo tempo que nos propõe a atualidade de um desafio no terreno da psiquiatria pós- moderna. Escrevo, pois, para quem já viu o filme, procurando evitar comprometer seriamente a surpresa para aqueles que ainda não o assistiram. Há um crime e o advogado do acusado propõe-se defendê-lo de graça. Sabe-se, em dado momento que tenta reparar um antigo erro quando promotor e que, agora, acreditava as pessoas tinham uma inclinação natural para a virtude. Ou, se eram culpadas por algo mau, nem por isso deixavam de ser intrinsecamente boas. E, realmente, consegue levar o tribunal a absolver o que seria um caso de psicose histérica com dupla personalidade. O assassino de arcebispo sexualmente perverso padeceria de uma dissociação em que, num estado crepuscular da consciência vigil, teria esfaqueado a sua vítima. Ao fazê-lo seria Aaron, um rapazinho tímido e gago, que por exigência da vítima o fizera protagonizar uma cena "pornô" com outros dois jovens. E havia Linda entre eles, pela qual Aaron se apaixonara. Aaron que perdera a mãe e sofrera maus-tratos do genitor. Tais casos a psiquiatria forense absolve por não serem capazes de entender a natureza do ato praticado. E a outra face do crime, alguém chamado Roy ficava deslembrado por Aaron ao acordar de sua crise. Absolvia-se ele, não se podendo culpar Roy como produto da divisão psicótica e amnésica. Mas no fim do filme, o criminoso tem um ato falho e se denuncia. Aaron é que era produto da imaginação de Roy, de um histrionismo que o criara conscientemente, lucidamente, convenientemente, deliberadamente, para fugir da pena de morte ! Agora o advogado têm os seus valores novamente confrontados. Por que Roy era imputável legalmente como uma sociopatia histérica, não uma psicose. Ele sabia de Aaron, como antes se pensava Aaron desconhecia completamente Roy ! Em tais casos a psiquiatria forense caracteriza o dolo porque criminoso entende a natureza do seu ato, apenas não se determina por motivos claramente patológicos. E quais seriam eles ? Os sofrimentos em seus cinco primeiros anos nos quais se sentiu abandonado pela mãe que morreu e pelo pai que o maltratava. Há um pouco divulgado sintoma que é a : " passagem à ação" que há em Roy, mas não havia em Aaron se este fosse autêntico. E qual foi ela ? O parricídio ! Roy dizia que amava o arcebispo que o recolheu das ruas como a um pai. Mas, inclusive pelo comportamento criticável do padre, houve uma irrupção do ódio contra o genitor que o menino pode fantasiar eliminar para ficar com a mãe ( Linda, que ele mata também ) e " passa à ação " na fantasia infantil castrativa, razão talvez pela qual mutilou tantas vezes o corpo daquele homem de tantas máscaras. O filme é uma realização interessante porque humana, mas muito mais porque, talvez sem uma intenção consciente, apresenta ao público em geral, tão versado em termos psiquiátricos, um deles que por estar cada vez mais diante do seu nariz não é capaz de vê-lo como uma das maiores ameaças à nossa higiene mental : a "passagem à ação" nos cinco primeiros anos.
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Eliane
26/12/2009
nota:Rate010

Limitar-me-ei a falar dos dois atores principais: Richard Gere e Eduard Norton, na minha opinião tiveram atuações impecaveis, as críticas de tribunal ficam para os doutores da lei.


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Meire
04/02/2010
nota:Rate010

O filme te prende durante toda a sua duração, e melhor, tem um final perfeito e surpreendente! Um dos melhores filmes que já assisti. Apesar de ser um dos primeiros filmes de Edward Norton, a sua atuação está brilhante!!!! Virei fã!


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