26/12/2009, Francisco Russo
A revista francesa Cahiers du Cinéma é célebre pela defesa e divulgação do cinema de autor, fugindo um pouco da quase onipresença do cinema hollywoodiano. De sua redação saíram diversos diretores consagrados, como François Truffaut, Jean-Luc Godard e Eric Rohmer.
Mantendo a tradição, a revista listou seu Top 10 do que de melhor chegou às telas de cinema no ano que se aproxima do fim. Confira abaixo os eleitos:
1 - Ervas Daninhas, de Alain Resnais
2 - Vincere, de Marco Bellochio
3 - Bastardos Inglórios, de Quentin Tarantino
4 - Gran Torino, de Clint Eastwood
5 - Singularidades de uma Rapariga Loira, de Manoel de Oliveira
6 - Tetro, de Francis Ford Coppola
7 - Guerra ao Terror, de Kathryn Bigelow
8 - Le Roi de l'Évasion, de Alain Guiraudie
9 - Sonata de Tóquio, de Kiyoshi Kurosawa
10 - Hadewijch, de Bruno Dumont
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10/02/2009, Administrator
por Francisco Russo
Para os cinéfilos, ela é considerada um ícone. Criada em 1951 pelo crítico André Bazin, a revista francesa Cahiers du Cinema se especializou em não apenas difundir o cinema mas também conceituá-lo, se notabilizando pelo apoio à nouvelle vague, dos diretores François Truffaut, Jean-Luc Godard e outros. Pois agora a revista trocou de mãos, sendo comprada pela Phaidon Press.
A princípio não haverá grandes mudanças na Cahiers, que conta com uma vendagem de 20 mil exemplares apenas na França. Há a intenção de que a revista conte também com uma versão em inglês, mas ainda não há previsão sobre quando ela será lançada.
06/10/2008, Administrator
por Roberto Cunha
Essa é para quem já passou dos 40, mas não deixa de ser uma notícia boa para todos os amantes da sétima arte. O cinema Paissandu, tradicional sala do Rio, no bairro do Flamengo, teve sua importância reconhecida pela Prefeitura da cidade e foi declarado Patrimônio Cultural Carioca.
Para quem não associou o nome ao local, trata-se da terceira maior sala da cidade, com mais de 400 lugares e tela curva como o tradicional Odeon. O Paissandu era ponto de encontro de cinéfilos, cineastas e intelectuais na década de 60, carinhosamente batizados de "Geração Paissandu", assíduos espectadores dos longas de Truffaut, Jean-Luc Godard, Louis Malle, Antonioni, entre outros expoentes do cinema autoral.
Nos últimos dias de agosto, o Grupo Estação que administrava o espaço realizou sessões nostálgicas cobrando simbólico R$1,00. A última sessão foi "Trinta Anos esta Noite", de Louis Malle. O decreto foi assinado na última sexta-feira (03/10) pela Secretaria Extraordinária de Promoção, Defesa, Desenvolvimento e Revitalização do Patrimônio e da Memória Histórico Cultural da Cidade. A família, proprietária do local, afirma que não quer deixar o cinema acabar.