Qual filme inspirou sua vida? Esta foi a pergunta feita a oito diretores brasileiros, convidados a participar da mostra Faróis do Cinema - Quem Faz e Quem Inspira. O evento começa hoje e vai até o próximo dia 18, na Caixa Cultural do Rio de Janeiro.
Cacá Diegues, Luiz Carlos Lacerda, José Joffily, Marcelo Laffitte, Rosane Svartman, Neville D'Almeida, Malu de Martino e Vinícius Reis indicaram os filmes que os influenciaram e terão também longas por eles dirigidos na mostra. O destaque é a versão restaurada de Xica da Silva (foto), filme dirigido por Cacá Diegues e estrelado por Zezé Motta.
Confira abaixo a programação completa da mostra.
06/12, Terça-feira
Salas 1 e 2
20h – Xica da Silva (“Xica da Silva”, Cacá Diegues. Brasil, 1976)
07/12, Quarta-feira
Sala 1
16h – A Estrada da Vida (“La Strada”, de Federico Fellini. Itália, 1954)
18h – Xica da Silva (“Xica da Silva”, Cacá Diegues. Brasil, 1976)
20h – Como Ser Solteiro (“Como Ser Solteiro”, de Rosane Svartman. Brasil, 1998)
Sala 2
16h – Como Ser Solteiro (“Como Ser Solteiro”, de Rosane Svartman. Brasil, 1998)
18h – Bye Bye Brasil (“Bye Bye Brasil”, de Cacá Diegues. Brasil, 1979)
20h – Xica da Silva (“Xica da Silva”, Cacá Diegues. Brasil, 1976)
08/12, Quinta-feira
Sala 1
16h – A Estrada da Vida (“La Strada”, de Federico Fellini. Itália, 1954)
18h – Debate com Cacá Diegues e Rosane Svartman
20h – Xica da Silva (“Xica da Silva”, Cacá Diegues. Brasil, 1976)
Sala 2
16h – Bye Bye Brasil (“Bye Bye Brasil”, de Cacá Diegues. Brasil, 1979)
20h – Como Ser Solteiro (“Como Ser Solteiro”, de Rosane Svartman. Brasil, 1998)
09/12, Ssexta-feira
Sala 1
16h – Copacabana Me Engana (“Copacabana Me Engana”, de Antonio Carlos Fontoura. Brasil, 1968)
18h – Urubus e Papagaios (“Urubus e Papagaios”, de José Joffily. Brasil, 1985)
20h – Praça Saens Peña (“Praça Saens Peña”, de Vinícius Reis. Brasil, 2009)
Sala 2
15h45 – São Bernardo (“São Bernardo”, de Leon Hirszman. Brasil, 1972)
18h – Praça Saens Peña (“Praça Saens Peña”, de Vinícius Reis. Brasil, 2009).
20h – Urubus e Papagaios (“Urubus e Papagaios”, de José Joffily. Brasil, 1985)
10/12, Sábado
Sala 1
16h – Copacabana Me Engana (“Copacabana Me Engana”, de Antônio Carlos Fontoura. Brasil, 1968)
18h – Debate com José Joffily e Vinícius Reis
20h – Urubus e Papagaios (“Urubus e Papagaios”, de José Joffily. Brasil, 1985)
Sala 2
15h45 – São Bernardo (“São Bernardo”, de Leon Hirszman. Brasil, 1972)
20h – Praça Saens Peña (“Praça Saens Peña”, de Vinícius Reis. Brasil, 2009)
11/12, Domingo
Sala 1
15h – Xica da Silva (“Xica da Silva”, Cacá Diegues. Brasil, 1976)
17h – Como Ser Solteiro (“Como Ser Solteiro”, de Rosane Svartman. Brasil, 1998)
19h – Praça Saens Peña (“Praça Saens Peña”, de Vinícius Reis. Brasil, 2009)
Sala 2
15h – Urubus e Papagaios (“Urubus e Papagaios”, de José Joffily. Brasil, 1985)
17h – Xica da Silva (“Xica da Silva”, Cacá Diegues. Brasil, 1976)
19h – Como Ser Solteiro (“Como Ser Solteiro”, de Rosane Svartman. Brasil, 1998)
13/12, Terça-feira
Sala 1
16h – A Estrada da Vida (“La Strada”, de Federico Fellini. Itália, 1954)
18h – Bye Bye Brasil (“Bye Bye Brasil”, de Cacá Diegues. Brasil, 1979)
20h – Copacabana Me Engana (“Copacabana Me Engana”, de Antonio Carlos Fontoura. Brasil, 1968)
Sala 2
15h45 – São Bernardo (“São Bernardo”, de Leon Hirszman. Brasil, 1972)
18h – Bete Balanço (“Bete Balanço”, de Lael Rodrigues. Brasil, 1984)
20h – Un Chant d’Amour (“Un Chant d’Amour”, de Jean Genet. França, 1950) + A Idade do Ouro (“L'Age d'Or”, de Luis Buñel. França, 1930)
14/12, Quarta-feira
Sala 1
16h – Pierrot le Fou (“Pierrot le Fou”, de Jean-Luc Godard. França, 1965)
18h – For All - O Trampolim da Vitória (“For All - O Trampolim da Vitória”, de Luiz Carlos Lacerda. Brasil, 1997)
20h – Como Esquecer (“Como Esquecer”, de Malu de Martino. Brasil, 2010)
Sala 2
16h – Amor Bandido (“Amor Bandido”, de Bruno Barreto. Brasil, 1978)
18h – Como Esquecer (“Como Esquecer”, de Malu de Martino. Brasil, 2010)
20h – For All - O Trampolim da Vitória (“For All - O Trampolim da Vitória”, de Luiz Carlos Lacerda. Brasil, 1997)
15/12, Quinta-feira
Sala 1
16h – Pierrot le Fou (“Pierrot le Fou”, de Jean-Luc Godard. França, 1965)
18h – Debate com Luiz Carlos Lacerda e Malu de Martino
20h – For All - O Trampolim da Vitória (“For All - O Trampolim da Vitória”, de Luiz Carlos Lacerda. Brasil, 1997)
Sala 2
16h – Amor Bandido (“Amor Bandido”, de Bruno Barreto. Brasil, 1978)
20h – Como Esquecer (“Como Esquecer”, de Malu de Martino. Brasil, 2010).
16/12, Sexta-feira
Sala 1
16h – Un Chant d’Amour (“Un Chant d’Amour”, de Jean Genet. França, 1950) + A Idade do Ouro (“L'Age d'Or”, de Luis Buñel. França, 1930)
18h – A Dama do Lotação (“A Dama do Lotação”, de Neville D’Almeida. Brasil, 1978)
20h15 – Elvis e Madona (“Elvis e Madona”, de Marcelo Laffitte. Brasil, 2011)
Sala 2
16h – Bete Balanço (“Bete Balanço”, de Lael Rodrigues. Brasil, 1984)
18h – Elvis e Madona (“Elvis e Madona”, de Marcelo Laffitte. Brasil, 2011)
20h – A Dama do Lotação (“A Dama do Lotação”, de Neville D’Almeida. Brasil, 1978)
17/12, Sábado
Sala 1
16h – Un Chant d’Amour (“Un Chant d’Amour”, de Jean Genet. França, 1950) + A Idade do Ouro (“L'Age d'Or”, de Luis Buñel. França, 1930)
18h – Debate com Neville D’Almeida e Marcelo Laffitte
20h – A Dama do Lotação (“A Dama do Lotação”, de Neville D’Almeida. Brasil, 1978)
Sala 2
16h – Bete Balanço (“Bete Balanço”, de Lael Rodrigues. Brasil, 1984)
20h – Elvis e Madona (“Elvis e Madona”, de Marcelo Laffitte. Brasil, 2011)
18/12, Domingo
Sala 1
15h – For All - O Trampolim da Vitória (“For All - O Trampolim da Vitória”, de Luiz Carlos Lacerda. Brasil, 1997)
17h – Como Esquecer (“Como Esquecer”, de Malu de Martino. Brasil, 2010)
19h – Elvis e Madona (“Elvis e Madona”, de Marcelo Laffitte. Brasil, 2011)
Sala 2
14h45 – A Dama do Lotação (“A Dama do Lotação”, de Neville D’Almeida. Brasil, 1978)
17h – For All - O Trampolim da Vitória (“For All - O Trampolim da Vitória”, de Luiz Carlos Lacerda. Brasil, 1997)
19h – Como Esquecer (“Como Esquecer”, de Malu de Martino. Brasil, 2010)
O ingresso para cada sessão custa apenas R$ 2. A Caixa Cultural fica localizada na Av. Almirante Barroso, 25, Centro, Rio de Janeiro.
Rafael Vespasiano
Noites de cabíria:
Mais uma obra-prima de Fellini! Uma de suas várias! Cabíria é uma prostituta vivida por Masina, que mesmo levando uma vida difícil, cheia de privações e de amargura, procura viver de forma alegre e divertida, exalando humor e alegria, o que prova que podemos ser alegres, mesmo enfretando dificuldades em nossas vidas. Uma aula de cinema e de vida, dada pelo gênio do cinema: Federico Fellini! Nota: 10.
MExenberger
Já vi vários, mas La Doce Vida é o que mais me encanta, principalmente pela presença de Anita Ekberg. Ela é um sonho que enche a tela de sexo, sensualidade e beleza.
Rafael Vespasiano
Em "Entrevista", Fellini brinca com suas reminiscências, coisa que já tinha feito, de certa forma, em "Amarcord"; naquele é brilhante como o diretor faz sua autobiografia cinematográfica e faz várias referências a diversos filmes do cinema mundial que marcaram a sua vida; a narração do próprio Fellini é um prato cheio para seus admiradores; a homenagem que ele faz ao famoso estúdio de cinema italiano é merecida, pois lá foram feitos vários filmes emblemáticos do cinema mundial. Como sempre Fellini nos presenteia com um belíssimo filme saudosista. nota: 8,0.
Rafael Vespasiano
Os Boas-vidas:
Vemos aqui os chamados "filhinhos de papai", também denominados "playboys". Fellini mostra com muito humor a vida inútil que vivem rapazes de uma cidade pequena da Itália, que só pensam em festas, bebidas e mulheres e, nada de trabalhar e se sustentarem por conta própria, vivendo às custas do suor do trabalho dos pais, verdadeiros sanguessugas, como o próprio título do filme diz: "Os Boas-Vidas". nota: 8,0.
Rafael Vespasiano
Julieta dos espíritos:
Uma obra-prima de Fellini. Com interpretação magistral de sua esposa, na vida real, Giuleta Masina. Dessa vez Fellini explora o desgaste no relacionamento conjugal entre a personagem vivida por Masina e seu esposo no filme. Uma aula de direção! O filme é belíssimo misturando, como sempre na filmografia Felliniana, o surreal com o real. nota: 9,0.
Rafael Vespasiano
Satyricon:
Adaptação do clássico da literatura universal, Satíricon, de Petrônio; Fellini faz uma belíssima e pessoal adaptação para o cinema, de forma humorística (com aquele típico humor denominado "Felliniano", visto que este adjetivo já foi dicionarizado), com cenários surreais e extravagantes (ponto forte do filme!); mesmo tratando de um tema difícil, o homossexualismo, Fellini nos presenteia com uma obra de arte. nota: 7,0.
priscababy
Rafael Vespasiano
Carlos
Carlos