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Clint Eastwood
nome: Clinton Eastwood Jr.
natural de: San Francisco, California, EUA
nascimento: 31/05/1930
Sem sombra de dúvida, Clint Eastwood é um dos maiores ícones da história da sétima arte. Mesmo não apresentando o glamour de astros como Humphrey Bogart ou Clark Gable, que brilharam nos anos 40, ele fez história a partir da década de 50 como uma das estrelas máximas de Hollywood, como ratificou a revista Empire, que o colocou em segundo lugar no ranking dos 100 maiores astros de todos os tempos.
Nascido em São Francisco, Clint, à época Clinton Jr., vivia uma vida de nômade com os pais, que estavam sempre mudando de cidade. Passou boa parte da adolescência em Oregon e se mudou para Seattle em 1951, já com 21 anos. Lá, ingressou no exército, onde atuou como salva vidas e instrutor de natação. Na instituição militar conheceu um amigo que lhe indicou para o primeiro trabalho envolvendo o cinema, na Universal Pictures.
De volta à Califórnia, deu início a sua histórica trajetória. Em 1955, fez sua estreia como ator em um papel não creditado em Revenge of the Creature. Realizou ainda vários chamados filmes B, como Lady Godiva, Tarantula, Never Say Goodbye e Star in the Dust, todos sem contar com o nome nos créditos. Quase abandonou a carreira de intérprete, mas em 59 conseguiu um papel de coadjuvante na série televisiva Rawhide, onde ficou por seis anos e acabou roubando o posto de protagonista.
O convite que mudaria sua carreira veio em 1964. O cineasta italiano Sergio Leone convocou o ator para interpretar "o homem sem nome" de Por Um Punhado de Dólares, filme que deu início não só à Trilogia dos Dólares, mas também a todo um gênero: o bang bang à italiana ou western spaghetti. Na sequência, Clint e Leone realizaram Por uns Dólares a Mais (1965) e Três Homens em Conflito (1966). Os longas só chegaram aos cinemas dos Estados Unidos em 1968, mas foi o suficiente para elevar o ator ao patamar de astro. Antes disso, em 67, é comandado por Vittorio De Sica no capítulo "Sera Come Le Altre, Una", do filme-coletivo As Bruxas, que contava ainda com a presença dos diretores Pier Paolo Pasolini, Luchino Visconti, Franco Rossi e Mauro Bolognini.
No final da década de 60, já visto como ícone do gênero, estrela os faroestes A Marca da Forca e Os Aventureiros do Ouro, isso sem falar nos dramas de ação Meu Nome É Coogan e O Desafio das Águias. Filmes como Os Abutres Têm Fome, O Estranho Sem Nome e Josey Wales - O Fora da Lei provam que o western não ficou de lado nos anos 70, mas sem dúvida podemos ver Eastwood se destacando também em um ambiente mais urbano. Em 71, assumiu o papel do detetive Harry Callahan, também conhecido com Dirty Harry, em Perseguidor Implacável. Voltou ao personagem outras quatro vezes, em Magnum 44, Sem Medo da Morte, Impacto Fulminante e Dirty Harry na Lista Negra.
Também em 1971, Eastwood fez sua estreia na direção em dose dupla. Primeiro veio o curta documental O Estranho que Nós Amamos - O Contador de Histórias, sobre os bastidores das filmagens de O Estranho que Nós Amamos, de Don Siegel, e depois surgiu Perversa Paixão. Apesar de ter deixado de ser algo certo mais a frente na carreira, no início, Clint estrelou a maioria dos filmes que dirigiu, como Escalado para Morrer, Rota suicida, Bronco Billy e O Destemido Senhor da Guerra.
Mesmo marcado pelo jeito durão em que aparece em seus filmes, Clint nunca conquistou a antipatia das pessoas e, com o tempo, foi provando que também era um sujeito de sensibilidade artística única. O primeiro exemplo disso talvez tenha sido Bird, drama estrelado por Forest Whitaker que conta a história do músico Charles Parker. O cineasta demonstra toda a sua paixão pelo jazz e pela música no longa. Nos anos 80, como se não bastasse o trabalho como ator, diretor e produtor, Eastwood "inventa" de assumir a função de compositor e, assim como nas demais, o faz com maestria.
Foi eleito prefeito da cidade de Carmel, em 1986, na Califórnia, e foi convidado para ser mais ativo dentro do partido Republicano, mas preferiu não dar seguimento à carreira política, para a felicidade da sétima arte.
Em 1992, dirigiu Os Imperdoáveis, que é considerado por muitos como o último grande faroeste, sendo a despedida com chave de ouro do gênero que o consagrou. A produção conquistou quatro prêmios Oscar, incluindo Melhor Diretor e Melhor Filme. Dois anos mais tarde, realizou e estrelou o drama romântico As Pontes de Madison, ao lado de Meryl Streep, e levou muita gente a se emocionar nas salas de cinema.
A segunda metade dos anos 90 gerou produções menos badaladas e de qualidade mais questionável, como Poder Absoluto, Crime Verdadeiro e, principalmente, Cowboys do Espaço. Estrelado por Kevin Spacey, John Cusack e Jude Law, Meia-noite no Jardim do Bem e do Mal foi sua melhor obra no período.
A "má fase" - que nunca chegou a ser ruim de verdade - acabou em 2003 com o intenso drama Sobre Meninos e Lobos, que rendeu um Oscar de Melhor Ator para Sean Penn e um de Melhor Ator Coadjuvante para Tim Robbins. No ano seguinte, voltou a dar duas estatuetas da Academia para dois nomes de seu elenco com as premiações de Hilary Swank e Morgan Freeman pelas atuações no surpreendente e devastador Menina de Ouro, que também lhe rendeu uma nova conquista como diretor.
Depois de Million Dollar Baby (no original), Clint ficou quatro anos sem atuar, voltando apenas no belo Grand Torino. Neste meio tempo, no entanto, dirigiu três produções, incluindo os audaciosos A Conquista da Honra e Cartas de Iwo Jima, em que trouxe a mesma história a partir de perspectivas diferentes. O terceiro projeto foi A Troca, em que comandou Angelina Jolie no papel de uma mãe que tem o filho raptado e faz de tudo para reencontrá-lo.
Após dirigir Matt Damon em dois projetos (Invictus e Além da Vida), o cineasta se uniu ao ator Leonardo DiCaprio para contar a história de John Edgar Hoover, um dos principais responsáveis pela criação do FBI e ícone do serviço secreto nos Estados Unidos. No mesmo ano em que lançou J. Edgar, Clint anunciou que voltaria a atuar em um filme de outro diretor, algo que não acontecia desde 1993 (Na Linha de Fogo). Ele assinou para interpretar um olheiro do mundo do baseball que está perdendo a visão em Trouble With the Curve. O longa marca a estreia na direção de Robert Lorenz, que é sócio de Eastwood na Malpaso Productions e que participou como assistente de direção ou diretor de segunda unidade de vários de seus longas.
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Luiz Henrique
A sensibilidade dos filmes de Eastwood me impressiona. Tem diretores que parecem demonstrar como é simples fazer cinema, basta ter talento. Clint Eastwood é um deles. Gosto muito de A conquista da honra e Um mundo perfeito.
isabelle rocha
Que nem vinho.
Pablo Ricardo
Eduardo Romero
Um ótimo ator e diretor, que nunca decepciona. Seus filmes são sempre excelentes. Meu favorito é "Na linha de fogo".
Já merecia ter ganho o oscar de melhor ator, espero que ainda consiga.
Cilânia
Adoro Clint Eastwood!!!
Rafael Vespasiano
Meia Noite no jardim do bem e do mal:
Suspense muito fraco e que desaponta, já que temos astros talentosos como Kevin Spacey, John Cusack e Jude Law, mas que decepcionam em suas atuações. nota: 5,0.
Bia Marques
Além de excelente ator e mto versátil, como diretor surpreendeu mto. Adoro os filmes dele. Quem sabe, sabe.
Olivia_Maria
PUNK!!!
MARCOS JOSÉ
Um grande ator e grande diretor, uma pessoa que contribui muito para a arte cinematográfica.
Gizele Lima das Neves
Otimo ator excelente diretor.
Anderson
É REALMENTE SINGULAR A MANEIRA QUE CLINT MOSTRA OS SENTIMENTOS EM SEUS LONGAS!!!!
QUEM DIRIA, AQUELE COWBOY SE TORNAR UM DOS MELHORES DIRETORES....
Gran Torino e Sobre Meninos e Lobos pra mim são suas melhores direções.
E pasmem, em Gran Torino ele Dirigiu, Atuou e até cantou na trilha sonora....aos 78 anos.....É O CARA.
Lunight lu
Senhor Ivan
-Grandes filme marca esse grande diretor.
-Adorei ver SOBRE MENINOS E LOBOS,MENINA DE OURO,A CONQUISTA DA HONRA,CARTAS DE IWO JIMA e INVICTUS.
-Está na lista dos meus melhores diretores,pelo simples fato de emocionar em praticamente todos seus filmes.
Sidney
Na minha opinião o melhor diretor dos ultimos tempos. Sem falar que é também um excelente ator.
Indi
Olá!
Clint é um camaleão! Concordo com o Sidney, ele é ótimo ator, excelente diretor! Alguns atores que vemos se tornarem diretores não são nem de perto o que Clint E. é de competente por trás das câmeras.
Jo Lage
Um dos melhores diretores.
Consegue fazer seus filmes com uma densidade impressionante.
Ja vi e revi varios de seus filmes.
wesleyaxe
ASSISTIR O FILME A TROCA FOI O SUFICIENTE PRA RECONHECER SEU TALENTO E VIRAR SEU FÂ!
sara prata
Adorei Invictus e As Pontes de Madison é maravilhoso. Sem comentários, ele é o cara.
Frigo
Igor Durden
carlos_alberto_09