Adoro Cinema
Porque cinema é muito mais do que pipoca!
 
 
Adoro Cinema .comAdoro Cinema Brasileiro.com.br
     Colunas  
O Blog Adoro Cinema!
 
Colunas
Geral    
Cena de Cinema    
Panorâmica  
Pedindo Bis    
Sétima Arte    
Tirando o Mofo    
Escurinho do Cinema    
Fora de Circuito    
Top 10 Brasil    
Top 10 EUA    
Matérias Especiais    
Espaço Aberto    
     
  Filmes
  Personalidades
  Promocine
  Interatividade
  Cinenews  
  Destaques  
  Equipe
  Festivais  
  Loja
  Primeira Visita  
  Contatos
 
 
 
 
Assista os melhores filmes de graça!
 

 
Hot Site Especial Indiana Jones
 
 
Panorâmica
por Roberto Cunha

Mad Max nas Selvas

Difícil começar a escrever sobre este filme e não citar a abertura. Seguindo a "escola" de James Bond, o diretor caprichou nos momentos iniciais para segurar o espectador na poltrona. E até que consegue. As sequência é boa e deixa claro, muito antes dos 10 minutos de Syd Field (papa dos roteiros de Hollywood), o que está por vir. Basta dizer que o "governator" Arnold Schwarzenegger tem uma pequena participação - solicitada por ele próprio - desejando muita diversão para o protagonista e de tabela para os "da poltrona". A história (?) do filme revela alguns pontos pitorescos que merecerão destaque ao longo do texto.
Sob o pretexto de se livrar de uma certa pressão exercida por um chefão, o dublê de ator e lutador de wrestler (tele-catch americano) The Rock, no papel de Beck, vai parar no meio de uma "amazônia havaiana". Isso mesmo. No filme, o nosso herói é enviado para a Amazônia, mas as filmagens acontecem mesmo no Hawai. O motivo teria sido um assalto sofrido pelo diretor Peter Berg quando estava aqui no Brasil procurando locações para o filme. Berg, para quem não lembra, fez alguns filmes no cinema, mas ganhou notoriedade mesmo com a série para TV "Chicago Hope" (concorrente de "Plantão Médico"). Essa é sua segunda investida por trás das câmeras. A primeira foi Uma Loucura de Casamento, de 1998.

Mesmo não sendo no Brasil, o filme conta com merchandising da Ambev - agora Interbev - com Guaraná e tudo mais. Aliás, vale o registro aqui de que a Schin também aparece. Democracia? Ou seria total desconhecimento da guerra das loiras por aqui? Ou quem sabe um acordo comercial antes da pancadaria publicitária de 2004, envolvendo o artista Zeca Calotinho? Mistério...

Voltando para a história (?), Beck vai tentar resgatar Travis, o filho (Seann William Scott) do tal chefão, num local muito distante e das garras de um grande vilão interpretado por ninguém menos do que Christopher Walken. Walken - é notório - sempre causa espanto quando encara uma aventura destas. Chegando no tal local - na tal selva - Beck descobre que Travis está atrás de um certo "Gato do Diabo", escultura objeto de desejo de 11 em cada 10 cidadãos que habitam a cidade de Helldorado. É claro que nosso herói não quer saber de nada disso, mas forças estranhas - como um roteiro para lá de rocambolesco - colocam ele na linha de frente dessa aventura.

As sequências de luta, perseguição, explosões são ótimas. No duelo entre Beck e os locais - brasileiros devidamente caracterizados como sujos e com cara de índios, torna-se impossível não se divertir com tantos absurdos. Mostrando influências de Jackie Chan, John Woo e dos irmãos Wachowski (Matrix), entre outros, o diretor misturou tudo num caldeirão fervente e deixou o gosto ao sabor dos fãs do cinema pouco papo e muito sopapo. Eles vão a-do-rar. O visual da turma de Walken e seus veículos, por exemplo, é típico daquele Mad Max dos tempos que Mel Gibson ainda ganhava alguns dólares com cinema. Hoje, todo mundo sabe, são montanhas de dólares com outro tipo de sangue jorrando nas salas escuras.

A trilha sonora também não deixa a desejar. E a fotografia, em alguns momentos, é de tirar o chapéu. O humor prometido fica por conta de algumas tiradas típicas americanas, mas sem o "timing" necessário para surtir algum efeito nas bochechas do pessoal da poltrona. Nesse quesito, o filme ficou devendo. É só "divertidinho", mesmo que o termo soe estranho.

Sobre o elenco, The Rock já mostrou que pode capitanear sucessos na telona e não esconde suas pretensões artísticas e deve seguir os passos de Arnie. E isso - diga-se de passagem - não deverá ser só no cinema não. Seann William Scott já tinha batido ponto em outros filmes como, American Pie, Dias Incríveis, Evolução e Cara, Cadê Meu Carro? e cumpriu seu papel como escada para o herói. E Christopher Walken dispensa comentários quando o assunto é "ser canastrão". Agora é com você: Bem-Vindo a Selva!
 
Saiba mais sobre "Bem-Vindo à Selva".

Envie seu comentário sobre esta coluna.

Leia as colunas anteriores de Roberto Cunha
.
 
    Topo
 
  PROCURA


   ANÚNCIOS



 


Lista Completa de Filmes :|: Filmes em Cartaz :|: Filmes Inéditos :|: Atores :|: Diretores :|: Críticas :|: Pedidos :|: Colunas :|: Cinenews :|: Festivais :|: Fórum. :|: Promocine :|: Equipe :|: Anuncie
Adoro Cinema :|: Adoro Cinema Brasileiro
© Copyright 2001-2007A.C. Agência Digital - Todos os Direitos Reservados
Design por: Leo Faria Design