08-01-2010 por Roberto Cunha 2
Se o filme Lula, o Filho do Brasil já tinha gerado muita polêmica antes de estrear, agora, a tendência é só aumentar.
Com os números de estreia que parecem ter ficado abaixo da expectativa dos produtores e exibidores, uma nova estratégia foi lançada para turbinar as vendas de ingressos Brasil afora.
A partir de hoje (exceção para as salas UCI somente a partir do dia 15), todo sindicalista filiado a qualquer sindicato do Brasil tem desconto de 50% no valor do ingresso para assistir o filme de Fábio Barreto.
Mas atenção: o desconto é válido para um ingresso. Basta apresentar a carteira de filiação do sindicato e também um documento original com foto na bilheteria.
A promoção vale em todos os cinemas onde estiver sendo exibido, atualmente, em 354 salas. Segundo os realizadores, o longa já foi visto por mais 329.278 espectadores no Brasil.
Fonte: Adoro Cinema - Assessoria
Norman em 08/01/2010
TÍPICO, TÍPICO, TÍPICO....TAÍ A PROVA QUE O FILME É ELEITOREIRO. Contradiz completamente o que disse o cineasta Fábio Barreto "Fiz esse filme para ganhar dinheiro". Vê-se nessa atitude o único propósito de aumentar o número de pessoas expostas à pregação do filme. Se assim não fosse, porque essa manobra nunca foi feita antes, por exemplo, no filme Speed Racer? (só pra dar um exemplo de um filme comercial que teve público baixo?) Agora só falta equipar um trailer com TV e DVD e sair passando o filme Brasil afora. Logo as cestas básicas virão equipadas com um DVD do filme. Escrevam. TÍPICO!
Norman em 10/01/2010
Os investidores não estão nem um pouco preocupados com a bilheteria do filme. O objetivo eles alcançarão de qualquer jeito, que é pregar a fantasia de que o Brasil possui seu próprio Sassá Mutema. O retorno financeiro é obtido com os contratos com o governo, cifras que comparadas ao investimento no filme, são desprezíveis. O filme é eleitoreiro, mas não significa que vá fazer diferença na eleição. São coisas diferentes. Na verdade, o filme acirra a rejeição aos métodos petistas de pregação ideológica. Fazer um filme sobre um presidente ainda no poder é típico das ditaduras. Só seria razoavelmente imparcial fazer uma biografia de alguém de já morreu.
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Meu Nome é Taylor, Drillbit Taylor
...legalzinho,nada d+.
por Isis Lourenço, 14/02/2012 às 22:08
Um dos piores filmes que já vi, isso por que sou fã do personagem e de Frank Miller, entã...
por Paulo ac, 14/02/2012 às 22:05
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por Paulo ac, 14/02/2012 às 21:21
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Ele não poderia ter passado longe por que lutou muito pra que esse filme fosse feito e come...
por Carmem, 14/02/2012 às 21:08